Helvetica: Benção, Maldição ou Mau Gosto?
Em um primeiro momento, o documentário apresenta um pouco da origem da fonte Helvetica, essa surgira no pós Segunda Guerra, período no qual os designers queriam passar uma ideia de reconstrução frente ao contexto em questão, despontando então "experimentos modernistas", e em determinado ponto uma necessidade de tipos mais racionais, que pudessem ser aplicados em quaisquer meios e com um visual mais moderno, criando-se então "Helvetica", considerada moderna, multifuncional, clara, legível, direta e eficiente, tanto por si só quanto a imagem que comunica. Todavia, diz-se que esta passa a perder seu efeito perante seu uso frequente e ao que fora associada, nascendo então uma reação à ela, uma contraposição, tipografias mais expressivas, subjetivas e irregulares, contudo, posteriormente o passado ordenado retorna com novas influências e o reinado helvetico segue, segundo alguns designers, dada a sua adaptabilidade. Além disso, o documentário elenca pontos interessantes como os grids e a organização que possibilitam, como os computadores facilitaram o design ao agilizarem a experimentação e tornarem o processo de produção mais rápido, como é relevante a exploração dos vazios nas fontes, como uma fonte impacta na transmissão de uma mensagem, e como fontes e o design em geral são capazes de expressar.
Agora uns comentários mais genéricos, as referências passadas são muito boas, essa visão mais sensível acerca da tipografia realmente é algo com que preciso ter mais contato, a ideia de tratar mais o texto como algo iconográfico, um desenho, abriu mais minha visão sobre o assunto, por fim, ri com a parte do "o design luta contra a feiura como um médico luta contra a doença" KKKKK

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